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Política| Deputada Barquense Sílvia Torres dá voz às preocupações do distrito, do concelho e do país

Na senda do trabalho que a Deputada vem desenvolvendo, e dando voz a preocupações que são transversais a todo o distrito, no dia de hoje, 26 de maio no âmbito de uma audição regimental da Ministra do Trabalho Solidariedade e Segurança Social abordou a Economia Social que em Portugal tem um peso de 6,4% no emprego.

Para Sílvia Torres abordar o tema da Economia Social é primordial uma vez que segundo palavras da Deputada “é um setor que tem contribuído fortemente para um desenvolvimento sustentável e inclusivo”.

Por outro lado, esta realidade revela a importância das dinâmicas locais na procura diária de respostas e de soluções concretas para os problemas quotidianos das populações e aqui relembrou a realidade concreta do distrito Viana do Castelo e em particular do concelho Ponte da Barca, onde a economia social tem um papel muito ativo e marcante no desenvolvimento e criação de emprego. “Sabemos que está acautelado o reforço do Mares até dezembro de 2021 o que é altamente desejável, mas não posso deixar de reforçar aquela que é uma preocupação real e transversal a todo o setor social e que tem que ver com a necessidade de valorizar quem trabalha na economia social e de qualificar esses trabalhadores”, apontou Sílvia Torres.

Sílvia Torres aproveitou ainda a sessão para reforçar algumas questões que segundo o seu parecer merecem persistência: Que desenvolvimentos há relativamente ao programa Valorizar Social? Que outras medidas estão gizadas no âmbito da implementação do programa de recuperação e resiliência de forma a dar respostas às necessidades no terreno, apoiando e promovendo a economia social?.

Na sede do Parlamento as questões colocadas pela Deputada Barquense foram ouvidas obtendo respostas. Sabe-se agora que vai ser lançado o programa Valorizar Social, que visa “valorizar quem trabalha na economia social assumindo uma necessidade de capacitação das pessoas para que sejam cada vez mais valorizadas”. Encontrando-se neste momento em negociação com os parceiros sociais.

Em segunda instância “já foi assumida pelo governo a necessidade de financiar, de uma forma especial, a economia social”, lançando “uma linha específica para economia social com 227 milhões, neste momento”, assumindo ainda a “economia social como ator decisivo na implementação do programa de recuperação e resiliência”.

 

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