Skip links

Polícia Judiciária novamente em Ponte da Barca

A Câmara Municipal de Ponte da Barca está a ser novamente alvo de investigações por parte da Polícia Judiciária. É a segunda vez que o corpo policial investiga aquela autarquia, em menos de quatro anos. 

 

Relembre-se que a primeira ‘visita’ feita pela PJ à Câmara Municipal de Ponte da Barca foi no ano 2019. Naquele momento Maria José Gonçalves, vereadora sem pelouros, eleita pelo PSD, foi ouvida “no decorrer e uma denúncia anónima relacionada por suspeitas de corrupção no processo de promoção do funcionário e vereador Inocêncio Araújo”.

Atualmente as investigações versam acerca das obras no centro histórico da vila nomeadamente no Largo 25 de Abril e na Rua Dr. António Veloso.

Desta vez a informação também foi avançada por Maria José Gonçalves, na reunião do executivo de quinta-feira, que afirmou que “ficou feliz por um assunto que tem levantado dúvidas e sobre o qual já tinha pedido esclarecimentos” esteja a ser investigado. Maria José Gonçalves avançou ainda que já foi “prestar declarações na qualidade de vereadora no passado dia 18 de Julho na Polícia Judiciária em Braga”.

O autarca barquense Augusto Marinho adiantou, na mesma reunião que  “ainda bem que são investigados para que não se lancem suspeitas sem sentido e para isso nada como uma investigação de quem entende e sabe o que está a fazer”.

Notícia em atualização

 

Publicidade

Escreva um comentário

Nome

Website

Comment

  1. Post comment

    Maria de Lurdes da Silva Pereira says:

    Eu também gostava que a PJ, ou a UE, investigasse os fundos ditos investidos em Vila Nova de Muia, isto hà myitos anos, ainda no tempo do ex Pressidente Vassal Abreu, salvo erro da minha parte, a pancarta com as somas atribuidas pela UE, e a Camara, nada foi feito, eu e outros ainda vivemos como no tempo da idade média, gostava mesmo de saber aonde passou essa soma exorbitante entre outros casos muito estranhos.
    Tambem ouvi falar no caso do Dre Inocêncio Araújo, que bem conheci sua família e sua mãe a Aurorinha Fortes.(me engano) ? A história tal que a conhecemos efectivamenta era dúvidosa, mas digamos que aos olhos do simples cidadäo, conheço muitas anomalias mesmo nas pequenas freguesias, aonde a igualdade de tratamento não existe. Comigo ou todo o mundo é igual nos tratamentos da vida dos cidadäos, ou não é para ninguém, lembrem-se que apenas o màximo que estäo são 8 anos, e em privado depois se criam muitos conflits, pois as linguas soltam-se…

  2. Podiam também investigar os ajustes diretos feitos por este executivo. Tinham aí pano pra mangas.